Posts

Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

 

(Exerto nº 1 do meu livro - Morte de Edgard, Pág.5)

 

"- Edgard... - balbuciei dolorosamente para as paredes vazias enquanto que o nó na minha gargante me fazia delirar de dor. Os meus lábios separados tentavam pronunciar algo mas era-me totalmente impossível encontrar a sibilação mais acertada para a morte. O meu pranto soava como um grito de uma faca cravada no meu coração - totalmente pressionada até ao fim de qualquer réstia de vida que um batimento me poderia proporcionar."

 


Dedicado a Joana Alves

 

publicado por sawyer às 23:04
música: Augustana, Boston

O meu coração até me ia saindo pela boca... Ex. Santa Nanda, já tenho o meu croissant Prensado! Wiii!
mas tu nem imaginas como eu adoro este pedacinho do teu livro! É uma coisa fantástica!
LOve it!!
Beijo
Joana a 16 de Novembro de 2009 às 23:25


Primeiro de tudo antes de escrever, ou comentar a tua literatura, ou melhor dizendo este fragmentos de ti, pois quando se escreve há exortação dos nossos sentidos para o papel,
“nós somos o que fazemos”
O meu comentário antes de mais é que sejas tu própria e assim facilmente libertarás o teu sol, e, bule muito, pois só melhorarás com suor e ardor, tentar conquistar a ti própria é sempre mágico, pois quando isso acontece, surge a admiração e o espanto.

Espero que consigas vencer a ti própria, pois tu és a primeira adversidade para a tua vitoria.
A vida ensinou me que há pessoas que nos ensinam a caminhar, mas nos temos de ter a vontade de caminhar.

Antes de mais o comentário que te dou é que nunca escrevas para os outros mas que sintas o que escreve,
O que é o morango sem açúcar?
Pensa nesta interrogação, que eu espero que seja retórica em ti.

Um abraço Celso Martins Pereira
celso martins pereira a 17 de Novembro de 2009 às 11:17

Nunca, mas nunca desesperes. Não te afastes naqueles momentos de declinio... porque nós somos importantes e a mensagem de Deus é AMAR...
Eu amo-te e queria ajudar-te, poderia ter saído a correr para ir ter contigo e para te amparar e dar a mão... mas não o fiz, porque?
Essa era a decisão correcta a tomar porque tu foste afundar-te e eu não estava lá.
Nem sou rapariga de muitas palavras! Não precisavas de sentir a minha presença e isso iria fazer-te bem, e sabes porque?
Porque a presença de outro filho de Deus é sempre reconfortante, seria como se Ele estivesse materializado ao pé de ti. Não seriam precisas palavras para nos entendermos.
Eu entendi a tua dor só ao olhar nos teus olhos, eu vi-a! Mas afastaste-me, expulsaste uma maneira de teres ajuda e seres apoiada. Preferiste a solidão.
Compreendo.
Apenas não te deixes afundar.
Joana a 19 de Novembro de 2009 às 14:48