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Quarta-feira, 07 de Abril de 2010

 

(melhor acompanhamento musical de sempre, clica aqui!)

 

ESTAR APAIXONADA(O) tem muito que se lhe diga. Podia até já ter tratado de descrever todas aquelas emoções e remexelissos (inventei agora) que entram e saiem; que afloram e se escondem mas, como a sociedade onde vivemos sabe (ou não), o Amor não é de confiança e as paixões vão e vêm. Por essa mesma razão, só agora, após uns quatro meses declaro que me encontro entregue às trevas! (Deus me perdoe pela expressão mas todo o escritor tem direito ao seu desconto pelas metáforas ensinuosas e enganosas)

 

a) Digamos que o primeiro ponto quando nos encontramos na maresia do Amor é esse mesmo: ADMITIR que estamos apaixonados! Posso garantir que este é o novelo mais difícil de desenvencilhar, não só pela sua complexidade mas sim pela capacidade de adquirir novos dados e alterar rotinas que teremos de explorar.

b) Depois temos o 'não menos complexo' ACTO DE ACEITAR! Aceitar que estamos apaixonados e que esse facto vai influência as nossas futuras acções. Digo-vos que não é tão fácil como parece! Mas vá, também não é um elefante em cima de um poste de electricidade em dia de trovoada!

c) Aqui, a alínea 'c', é o tudo ou nada! Como nós, seres humanos cientes de nós mesmos e do bem e do mal, temos a capacidade de decidir e deliberar o que resultará numa boa decisão para o nosso futuro, este é o ponto em que nos deparamos com o mortal combate QUEREMOS vs NÃO QUEREMOS! E está feito e descrito.

Filosoficamente & Simplificando:

- Saímos da nossa esfera interior (Ponto 1).

- Entramos na esfera do Amor (Ponto 2).

- Voltamos à nossa esfera interior e trazemos o um bocado (ou a quantidade que preferirem) do Amor (Ponto 3).

Conclusão:

Amamos

 

Julgo ter ultrapassado todas essas fases com a maior das facilidades portanto não vão na léria de que O AMOR É UM BIXO DE SETE CABEÇAS ! (na verdade tem muitas mais!)

Ok, isto sou eu a ser contraditória, portanto não 'deletem' o que disse anteriormente, mas guardem sim na dispensa para qualquer ocasião:

 

A facilidade que encontrei não foi das mais famosas e vi o fundo do abismo repetidas vezes, porque quando contrariamos o quer que seja que as hormonas fazem connosco (sentimentos, emoções, whatever), entramos em guerra connosco próprios. Somos nós contra nós mesmos; mas é disso mesmo que todos nós hoje em dia precisamos - aprender a conhecer-nos. Aprender a conhecer as nossas limitações, desejos, capacidades, flexibilidade mental e emocional e também as bases que fomos adquirindo antes de um bom e profundo Amor.

 

Hoje decidi escrever acerca do Amor não pela complexidade deste (embora tenha parecido), mas sim pela naturalidade com que ele sucede e nos invade. Tal como uma mancha de tinta alastra; tal como os grãos de açúcar se dispersam e como o nosso sangue circula, ele penetra na nossa pele e faz de nós pecadores. Faz-nos ir em busca das novas experiências, dos simples murmúrios e carinhos e, acima de tudo o resto, leva-nos a ignorar o medo que antes nos atordoava. Quero parar de redigir acerca da sua face nostálgica tão debatida pois, na verdade na verdade, é ele que faz de nós pedaços de carne com alma; é o Amor que faz de nós Humanos, bons Humanos.

 

Eça de Queirós:

Ega "- E o que somos nós? (...) Indivíduos inferiores que se governam na vida pelo sentimento e não pela razão."

(para que fique claro: o eça é mau e os escritores são tão mentirosos como miúdos de 5 anos)

publicado por sawyer às 20:38
música: Jahn Mayer - Heart of Life (acoustic)

Sabes... eu não aguentei a pressão. Está-me mesmo na garganta, prestes a saltar para fora. A pressão é demasiada que me faz rir sozinha que nem uma doida. As lembranças são demasiado irónicas para conseguir não deixar de desenhar um sorriso na minha face. Lembra-te só:

"Anel no dedo"

Oh bem... Gosto de reviver este momento...Fila do bar.... podes ter a certeza que não o esquecerei.
Muahahah
(nenhum dos momentos eu esquecerei)

Bonnie ^^
Bonnie a 8 de Abril de 2010 às 14:57