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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

 

(acompanhamento músical, clica aqui)

 

Os murmúrios latejam na minha cabeça e ecoam como vis gargalhadas vindas do submundo da imaturidade. Sinto-me então privada de pensar, de falar, de olhar; sinto-me privada de agir, de respirar! ... E fico petrificada... vagueando apenas com os meus delineados olhos pelas letras confusas de um livro de G, enquanto o balançar do meu cabelo sobre o azul da camisola de algodão denuncia a vivacidade do meu coração e os meus dedos dos pés agitam-se irrequietos.

- Não... não... não! - ecoa infindavelmente dentro da minha mente.

Necessito da vida impregnada na minha pele e sentir que não sou só eu que caminho estrategicamente para um objectivo racional!!!

(a voz autoritária interrompe o meu desespero)

(...)

- Se tu fosses realmente um homem... - pensei - não terias essa corpanzil de bebé e essa linguagem desentendida. - conclui após a falsa observação que ela fez.

Procuro, de vez, despertar a minha paciência e olhar; olhar como quem vê; como quem entende; como quem sabe e presencia.

Cansada, vesti a minha personagem...

Abri então os olhos...

Aula G.

10:30 - 10:47

publicado por sawyer às 20:24
música: Athelete

Gosto das palavras que escreves.
Usas o sentido e o sentimento, o que acho fundamental na tua escrita. Escreves muito bem, delegada e eu adoro ler-te.
Um abraço sentido e um sentido beijo :)
Cya*
Nast a 1 de Maio de 2010 às 13:30

Tens um dom divino "Moxa :) PARABÉNS

Sua palavras passam um sentimento maravilhoso
Obrigada pelos post's Lindo

Beijos Querida Continue "ASSIM"
Bruna (Brasil) a 3 de Maio de 2010 às 21:52